Escandiuzzi

Procuram-se boas notícias. Mas enquanto elas não surgem….

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Tiro no pé

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Quero me desculpar, primeiramente, por ter meio que abandonado o blog nestes últimos dias…

Loucura de cobrir campanha está pesada. Um dia é o Serra, no outro a Dilma, no outro ainda tem a Marina e por aí vai… sem esquecer os governadores ou, os que pleiteiam ser governadores… A corrida está braba.

Fiz esta foto em um comício do José Serra em Joinville.

Um tiro no pé dado pela organização da coligação ou do PSDB. Dá para ver na cara do Luiz Henrique como era o ânimo. Tinha mais gente no boteco do lado de fora do Alvorada do que dentro do salão.  Uma caminhada no sábado ou algo assim seria mais proveitoso para os tucanos…

Cá entre nós, trazer um candidato na maior cidade de Santa Catarina em uma sexta-feira à noite, véspera de feriado prolongado, é algo estategicamente inteligente???? O que dirá se o candidato ainda atrasar mais de duas horas? O que seria as 20 horas, começou as dez…

Ou seja: apenas os cabos eleitorais e candidatos da coligação, viram o José Serra. Pessoas que já votam nele.

Conclusão: a passagem dele pode não ter significado a conquista de um único voto.

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Written by Fabrício Escandiuzzi

setembro 9, 2010 at 7:03 am

PMDB deve “Temer” aliança nacional com Dilma???

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O presidente do diretório estadual do PMDB em Santa Catarina e pré-candidato ao governo do estado, Eduardo Pinho Moreira, admitiu a possibilidade de “liberar” os filiados para aderirem campanhas de José Serra ou Dilma Rouseff à presidência da República nas próximas eleições de outubro.

A declaração ocorreu pouco antes de um encontro que reuniu prefeitos peemedebistas de doze municípios da região da Grande Florianópolis, no início da noite desta quarta-feira na casa do prefeito Ronério Heiderscheidt, em Palhoça. Moreira destacou que uma visita do presidente nacional da sigla, Michel Temer, ao estado marcada para este sábado foi “delicamente” cancelada até que o diretório estadual defina o caminho a seguir em Santa Catarina.

Os peemedebistas catarinenses vivem um grande dilema: as maiores lideranças da sigla, como Moreira e o ex-governador Luiz Henrique da Silveira, declararam apoio ao tucano José Serra. A possibilidade de Michel Temer integrar chapa com a petista Dilma Rouseff poderia siginificar um racha no partido.

Pedimos para que Temer, que é nosso presidente nacional, adiasse a viagem até que a situação se acalmasse”, confessou Eduardo Pinho. “Estarei com ele em Brasília e marcaremos uma visita para que Temer seja ouvido pelas nossas lideranças”.

O presidente do PMDB catarinense destacou as conversas realizadas com democratas e tucanos no decorrer da semana. “Temos três problemas que impedem o avanço em negociações: eu, o governador Leonel Pavan e o senador Raimundo Colombo”, disse. “Todos são fortes e pretendem ser cabeças de chapa. O que defendo é que o PMDB tem o maior número de prefeitos, vereadores, filiados e deputados, além de ser o único partido que disputou todas as majortiárias desde o fim da didatura”.

A solução para o impasse catarinense só ocorrerá em convenção marcada para o dia 26 de junho. O pré-candidato disse que apoiaria qualquer decisão do diretório, seja a favor de Dilma ou de Serra. Mas adiantou que a liberação dos filiados é uma opção cada vez mais plausível. “Queremos o PMDB unido em torno de um projeto estadual. A liberação de votos e de declaração de apoio por parte dos filiados é uma opção que pode ser adotada em prol de um projeto estadual”, completou.

Mágoa

Já para o ex-governador e pré-candidato ao Senado, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), a aliança com os tucanos é quase uma “questão pessoal”. Ele não escondeu a mágoa pelos “sete anos de oposição” realizados pelos deputados petistas na Assembléia Legislativa. Ele acrescentou que uma aproximação de peemedebistas catarinenses com a candidatura de Dilma Roussef à presidência seria quase impossível devido à “postura do PT estadual”.

“O PT adotou uma postura de total oposição ao meu governo dentro da Assembléia Legislativa e isso dificultaria alianças”, afirmou.

Silveira foi eleito governador em 2002 para o primeiro mandato após declarar apoio ao então candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva justamente contra o tucano José Serra. A “onda Lula” auxiliou em sua eleição em disputa acirrada contra o então governador Esperidião Amin (PP), vencida por menos de dois pontos percentuais. Na eleição seguinte, o peemedebista apoiou Geraldo Alckmin.

Para o ex-governador, o “caminho natural” do PMDB catarinense é o apoio a José Serra. “Depende de entendimentos, mas a essa a tendência já que o PT decidiu ser oposição em sete anos do meu governo”, disparou. “A atuação dos petistas na Assembléia Legislativa praticamente impede qualquer outra posição que não seja essa”.

Written by Fabrício Escandiuzzi

maio 27, 2010 at 12:01 pm