Escandiuzzi

Procuram-se boas notícias. Mas enquanto elas não surgem….

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Shopping debaixo de água

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Acho que as imagens falam por si….. O prejuízo dos “lojstas de verão” no bairro de Canasvieiras, após a chuvarada deste sábado (22) é de dar dó……

Muitos prometeram nunca mais colocar os pés em Florianópolis.

Nem vou comentar nada.. Olhem e me digam o que acham de tudo isso…

 

 

 

Lojistas calculam prejuízo superior a dois milhões de reias

 

Written by Fabrício Escandiuzzi

janeiro 23, 2011 at 1:33 pm

El Niño contribui para ciclone em SC

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A influência do fenômeno El Niño pode ter sido um dos fatores que contribuiu para o forte temporal que atingiu o litoral de Santa Catarina.

De acordo com a meterologista Marilene de Lima, do Centro de Informações de Recursos Ambientais de Santa Catarina (CIRAM), o período de maio é conhecido pela influência do El Niño. O sistema atua e pode causar vários transtornos no período de março a setembro. Mas a intensidade do episódio desta semana é considerada “atípica”. “Em maio o fenômeno se reorganiza o que é normal gerar fortes instabilidades no sul do Brasil”, disse. “O que amedronta foi toda a intensidade com que ele se formou”.

 

Quase 36 horas após a passagem do ciclone, vários pontos da região metropolitana ainda permanecem alagados. Em Florianópolis, grandes áreas continuam alagadas e animais estão ilhados, principalmente na região sul da cidade. No bairro da Armação, a maré alta dificultou o escoamento de um rio e com isso algumas casas e quintais continuam repletos de água.

 É chuva para burro…São José registrou em apenas 24 horas a precipitação quase 2,5 vezes maior do que a média para todo o mês. Em maio, a média histórica oscila entre os 100 e 120 mm. Apenas entre terça e quarta-feira choveu 255mm.

 O El Niño é um fenômeno atmosférico-oceânico caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais no Oceano Pacífico. O Centro de Previsão de Estudos Cimáticos (CPTEC) explica que o acréscimo é capaz de mudar significativamente o clima, alterando os “padrões de vento” e o regime de chuvas em regiões tropicais.

 “A instabilidade atravessou saiu do Pacífico, atravessou os Andes e se configurou em ciclone na altura do meio oeste catarinense”, explica Marilene. “É uma condição atmosférica comum neste época. Provavelmente na próxima semana teremos uma reprise, mas não significa que será com a mesma intensidade”.

Ui… Não brinca Marilene, mais???

Written by Fabrício Escandiuzzi

maio 21, 2010 at 3:51 am

Chove água, goteja verba

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Choveu e todo o estado volta a ficar em emergência.

Um idoso de 76 anos desaparecido. Mais de 360 pessoas desalojadas ou desabrigadas. Alagamentos registrados em doze cidades.

Anitapólis isolada e sem luz, energia e telefone.

Enfim, o caos…

Uma notícia boa pelo menos: o governador Leonel Pavan garantiu a liberação de R$ 10 milhas para atender municípios atingidos por chuvas após reunião em Brasília com o ministro da Integração (que não lembro o nome, não vou procurar afinal de contas é um mandato tampão). É uma verba para as pequenas localidades e o valor é ínfimo perto dos outros R$ 250 mi parados no mesmo ministério para atendimento às demais cidades atingidas por catástrofes.

Mas já é alguma coisa se pensarmos que o ministro anterior, o tal de Geddel Vieira Lima, liberava verba para qualquer goteira registrada na Bahia, seu estado natal. E aqui, onde morreram 135 pessoas num ano que choveu para c****, muito pouco apareceu no cofre.

E olha que o tal Geddel apareceu aqui, ganhou uma medalha do governador Luiz Henrique, do seu mesmo PMDB.

Se ele voltasse a SC o mínimo que se tinha que fazer era pedir a medalha de volta. E depois mandar a ***** (censurado). Quem deu a medalha também não tem lá muito juízo..

Vieram mais recursos, mas os problemas continuam…

Essa casa da foto, ali no Rio Tavares, em plena SC 405,  já foi inundada umas 8.672 vezes. Que eu entrevistei os donos foram umas seis. Tem sua responsabilidade de estarem ali e baterem o pé para não sair? Pode até ser… Mas compraram a propriedade há algum tempo e não têm como comprar outra.

A verba veio, a verba vai…

O problema é que a liberação de verbas não acompanha a precipitação de chuvas no estado.

Chove muito mais do que a grana entra no cofre.

Written by Fabrício Escandiuzzi

maio 13, 2010 at 4:13 am

Enchente versão 2010

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Governador Leonel Pavan quase "furou" telão com a bengala - Foto: Divulgação SECOM

 

 

Na mesma velocidade que as águas do rio Itajaí-Açú começaram a subir, uma incrível enxurrada de releases, comunicados e apelos de políticos (ou pretensos candidatos a políticos) foi lotando a cota da minha caixa postal.

 Distribuição de lonas e colchões. Demonstrações de intensa preocupação. Atos de solidariedade. Pedidos de verba. Pedidos de reza, novenas e até apelos para que todos dessem as mãos. Tudo de uma só vez.

 Blumenau mais uma vez em alerta e a oportunidade de um ganho político coloca todo mundo em polvorosa.

O homem da vez, o governador Leonel Pavan, tratou de agir rapidamente. Anunciou que pediu 6 milhas para a Secretaria Nacional da Defesa Civil. Em seguida, deixou toda a tecnologia da “Sala de Situação 2.0” do Centro Administrativo de lado e usou a bengala para apontar o local das enchentes no telão de 60 polegadas.

Espero sinceramente que ele consiga as 6 pratas para atendimento das vítimas. O Luiz Henrique pediu e não teve a mesma sorte com o então ministro Geddel para projetos de prevenção. Se Santa Catarina se chamasse Bahia, com certeza teria recebido algo. E com isso, o Pavan hoje poderia pedir menos do que R$ 6 milhões.

Enquanto os releases vão chegando aos montes, fica a pergunta no ar:

 Quantos e quais detentores de mandato visitaram as moradias provisórias das vítimas de 2008 depois que os holofotes apontaram para outro caminho? 

 

Written by Fabrício Escandiuzzi

abril 27, 2010 at 9:18 am

Chove

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Chuva volta a atingir SC e deixa 1250 desalojados em 13 cidades

 

A chuva das últimas horas em Santa Catarina deixou 1250 pessoas desalojadas e outras 120 desabrigadas de acordo com as informações divulgadas pela Defesa Civil.

Já são treze os municípios que registraram danos devido aos alagamentos que começaram no início da noite desta quinta-feira. A situação mais grave é em Rio das Antas, cidade localizada a 360 quilômetros de Florianópolis, onde 600 pessoas precisaram deixar suas casas e pelo menos 30 propriedades acabaram danificadas pela força das águas.

Em Videira, a situação é bastante crítica depois que o rio do Peixe, que corta a cidade subiu e invadu casas e ruas. Alagamentos foram registrados em pelo menos dez bairros.

Além delas, as cidades de Caçador, Concórdia, Calmon, Dona Emma, Lebon régis, Presidente Getúlio, Rio Negrinho, Rio do Campo, Santa Cecília, santa Terezinha e Timbó Grande já comunicaram a ocorrência de estragos junto a Defesa Civil. Em algumas localidades, como Ouro e São Miguel do Oeste, a precipitação chegu a atingir 145 mm e 116 mm, respectivamente.

Técnicos da Defesa Civil estão monitorando a situação nos municípios afetados mas a estimativa é de que o número de desabrigados e desalojados seja ainda maior. Várias localidades ainda não enviaram informações sobre os estragos causados pela chuva da madrugada desta sexta.

De acordo com as informações do Centro de Recursos Ambientais de Santa Catarina (CIRAM), a chuva deve diminuir de intensidade na tarde desta sexta-feira. No entanto, a chegada de uma massa de ar frio derruba as temperaturas e pode trazer ventos com rajadas de até 60 km/h na região litorânea.

Written by Fabrício Escandiuzzi

abril 24, 2010 at 5:06 am