Escandiuzzi

Procuram-se boas notícias. Mas enquanto elas não surgem….

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Grand Finale

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Ben Harper e Vanessa da Mata bastante assanhadinhos um com o outro…
Belíssimo encerramento.

Written by Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 8, 2011 at 12:41 am

Pressão

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O som não tá lá essas coisas no começo, depois melhora… Tava muito próximo e “distorceu” pacas..

Mas segue a antológica Under Pressure, do Queen, cantada pelo Ben Harper…

 

Written by Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 8, 2011 at 12:11 am

Publicado em Brasil, Santa Catarina

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Ben Harper em Floripa. Segundo Ato

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Written by Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 7, 2011 at 10:47 am

Harper, Donavon e Floripa

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Written by Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 7, 2011 at 12:26 am

Amostra grátis

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Para quem não foi e quer ver: Harper e Frankenreiter mandaram ver na Diamonds on the inside na praia lotada em Floripa.

 

Written by Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 7, 2011 at 12:11 am

Após o Harper, o Berger

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É bom deixar claro, antes de mais nada, que eu escrevi várias vezes que estava torcendo para queimar minha língua.

E que bom que eu a torrei.

Eu não tinha nenhuma dúvida que o show, as apresentações, seriam ótimas. E foram mais do que isso.

A organização do evento funcionou direitinho lá dentro, tirando uma ou outra dificuldade dos seguranças e de parte da produção em passar informações corretas. Não consigo entender porque alguns que trabalham em segurança são tão grossos, mas é bom relevar diante da quantidade de gente que estava lá.

A imensidão de pessoas na praia do Campeche foi algo que eu nunca havia visto. Hoje pela manhã, a rapaziada da COMCAP limpou tudo rapidinho. O cercado para a área de preservação está de pé. Isso apesar do local ter sido farta e largamente usado pelo pessoal que estava na praia para dar aquela “turbinada ilícita”.

O espaço de preservação também virou banheiro público das pessoas que não conseguiram entradas e acompanharam tudo na praia.

Uma falha, é preciso banheiros na praia, ainda mais sabendo a quantidade absurda de pessoas que foram ao evento.

 

 

O show realmente foi único.

A japonesinha Sabrina Sato e o orelhudo do Carioca tratavam a todo instante de pedir cuidado com o meio ambiente ao pessoal que estava no show.

Dentro, mil maravilhas. O problema realmente ela lá fora, mas foi bem menor do que o pessoal temia.

Mas se engana quem pensa que tudo correria tão bem não fosse a pressão local contra a organização. O fato de dois shows terem sido marcados “aliviou a tensão”. Muito mais gente seguiria para o Campeche caso fosse apenas uma apresentação.

Se não houvesse cobranças e acompanhamento por parte dos moradores e de parte da imprensa, teríamos sim, um estrago maior. Menos seguranças, menos organização e claro, menos um show. Percebi que boa parte da equipe de produção se dedicou muito para tentar fazer algo com o menor impacto possível.

Não sei como foi o trânsito, que deve ter sido diluído ao longo do dia…

Posso dizer como foi para quem mora no Campeche, teve  impacto sim. Mobilidade restrita, movimento exagerado, onde podia-se andar estava engarrafado…

 

Por fim, acho que a mobilização e a polêmica em torno desta questão foram muito importantes.

Florianópolis precisa debater seu futuro com seriedade, não com as coisas feitas nas coxas como há muito tempo vem sendo feito.

Construções no bairro, que brotam da terra de um dia para o outro para depois serem autorizadas pelo poder público, precisam ser contidas ou melhor analisadas.

Aquele Plano Diretor medíocre encomendado junto a uma empresa da Argentina precisa ser finalizado, discutido.  A comunidade, e isso em qualquer bairro, não pode ter que engolir certas coisas goela abaixo como fazem.

O show do Ben Harper e de Donavon Frankenreiter, em especial, foram sensacionais. Ali dentro do espaço, tudo ocorreu muito bem e queimei a minha língua, graças a Deus….

Só esperamos mais seriedade por parte de organizadores de eventos ANTES de anunciar seus espetáculos.

Da prefeitura principalmente, esse evento foi positivo: chegou uma chance de ouro que as autoridades não podem ser cretinas de desperdiçar. Após toda a polêmica, é momento de chamar a comunidade e definir o que pode, o que não pode, o que talvez possa e o que não deve ser feito de jeito nenhum.

Pessoal precisa estar junto e não ficar nessa lenga de discussão “haole” ou “nativo”, como ainda fazem questão de pregar alguns com o QI prejudicado pela falta de neurônios.

O pessoal que vive em Floripa não deve esquecer de toda a polêmica só porque no palco, os cantores fizeram o que mais sabem fazer: Dar um belo show.

Espero que a questão não pare por aqui. Após o Harper, é hora de cobrar o plano diretor decente do Berger.

 

Written by Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 7, 2011 at 12:06 am

Ben Harper, os haoles, os nativos e os babacas

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Queira Deus que eu não esteja enganado… Queria Ele que eu queime a minha língua e que tudo ocorra às mil e uma maravilhas.

Mas sou obrigado a confessar que algo me assusta nesta história do show do Ben Harper.

Não sou contra o show, adoro as músicas dele… Mas tem muita coisa nebulosa aí.

Primeiro: o local do evento.

Depois: as várias indecisões sobre o show:

1. Era de graça, depois virou dois quilos de alimentos;

2. Seriam 20 mil pessoas, depois viraram 10 mil e por fim 8 mil;

3. Os ingressos seriam trocados mediante o preenchimento de um formulário no site. Depois disso, a pessoa imprimiria o cupom e trocaria pelo tão sonhado bilhete. Agora os interessados tem que mandar um réles e vagabundo email e torcer que para que sejam um dos 4 mil primeiros a fazê-lo.

4. Tem licença, não tem licença?

5. Quem não conseguisse ingresso iria acompanhar o evento em telões na praia. Não. Não existem mais telões.

São inúmeras e inúmeras questões que me deixam com um pulgueiro atrás da orelha. Lógico, estarei ali, torcendo para que nada de muito ruim aconteça. E trabalhando obviamente, Que todos tenham seus ingressos e que tudo ocorra na maior paz, com músicas da melhor qualidade.

Ninguém é contra belos eventos na cidade. Mas só quem vive a realidade do Campeche sabe da completa falta de infra-estrutura do local para sediar um mega evento desse.

E a preocupação não é coisa dos “haoles”, como uns babacas  fazem questão de alardear inclusive na imprensa, transformando o debate de uma coisa séria sobre o futuro – e o presente – de Florianópolis em uma ridícula e ultrapassada demonstração de xenofobia.  Isso é de uma cretinice sem tamanho, sejam os autores desses comentários os “locais”, haoles ou seja lá o que for.

Só para provar o que digo segue um relato do Athaíde Silva. Morador do Campeche, nativo, surfista das antigas e coordenador do protesto contra o show do Ben Harper. Ele esteve na Câmara Municipal na noite desta segunda-feira, dia 1º de fevereiro, para pedir uma “moratória” nas construções do bairro até que o tal plano diretor deixe de ser uma história da carochinha argentina para virar realidade.

Acho que o show do Ben Harper deve ocorrer sim, por tudo o que já foi feito e promovido. Milhares de pessoas votaram e estão interessadas.

Mas podemos daí, tirar proveito para discutir sobre quais os locais adequados e os rumos de Floripa.

Atendendo ao pedido de um jornalista local, ponho na tela a declaração do Athaide. Acho que não precisa mostrar a identidade dele né, “rapeize”? Trata-se de um nativo puro sangue

Written by Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 2, 2011 at 11:14 am