Escandiuzzi

Procuram-se boas notícias. Mas enquanto elas não surgem….

Armação depois da ressaca

with one comment

 

Fiz esse VT alguns dias e não sei por que acabei deixando de colocá-lo no blog…Agora segue…

Mostra que a praia da Armação do Pântano do Sul, apesar de toda a destruição causada pela ressaca, continua atraindo mais e mais visitantes neste verão…

O lugar continua maravilhoso mesmo com o muro horrendo construído para conter o avanço do mar. O bom é que a estrutura parece ter funcionado, virou uma área de caminhada para os banhistas.

Para chegarem ali perto do molhe, os visitantes ainda precisam passar por um perrengue e atravessar a barreira de pedras… Mas, nas férias tudo está valendo…

Quem quiser ver como está a praia depois de tudo aquilo, pode dar uma conferida…

 

 

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Written by Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 3, 2011 às 9:21 pm

Uma resposta

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  1. Vendo a matéria de hoje no DC, me lembrou comentario que fiz no blog do JSC sobre engordamento da praia de balneario camboriú e a possibilidade de nao prejudicar o surf, pelo contrário, aprimorar em funcao da obra.
    No caso especifico da armaçao, deveria ser levada em consideracao um estudo de estrutura turistica/pesca e surf a partir da ponta da ilha
    da armaçao (entre a armacao e a praia do matadeiro).Tipo um molhe de protecao que criasse um ponto privilegiado para o surf e ao mesmo tempo protecao e ponto de pesca!
    fica sugestao de matéria com consulta à Fecasurf e associaçoes de surf local sobre a minha idéia…

    veja o site: http://www.tanapraia.com.br/detalhes.aspx?CON_Id=422

    JORNAL DE SANTA CATARINA – Blog do Litoral
    Balneário Camboriú abre licitação para alargar faixa de areia
    fonte:http://wp.clicrbs.com.br/litoral/2011/07/27/balneario-camboriu-abre-concorrencia-para-projeto-de-alargamento-da-praia-central/?topo=52,2,18,,159,e159#comments
    27 de julho de 2011 | Categorias: Geral

    A prefeitura de Balneário Camboriú deu nesta quarta-feira o primeiro passo para o alargamento da faixa de areia da Praia Central. Foi lançado o edital de licitação do Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (Eia/Rima) e do projeto de engenharia da obra, que deverão ser feitos pela mesma empresa.

    O valor da licitação é de R$ 1,4 milhão, e a previsão é que o processo seja concluído em 90 dias. A partir daí, a empresa vencedora da concorrência terá seis meses para cumprir o contrato.

    De acordo com o secretário de Planejamento de Balneário Camboriú, Auri Pavoni, a opção por deixar a cargo de uma mesma empresa o projeto de engenharia e o Eia/Rima foi para não criar conflito entre o plano da obra e a licença ambiental:

    _ O que acaba definindo o projeto de engenharia é a conclusão do Eia/Rima. Pensamos que dessa forma compatibilizamos melhor as duas situações.

    Uma nova licitação em Balneário Camboriú deverá ser aberta em 2012 para a execução do alargamento, que ainda não tem data para ficar pronto.

    Comentário André:

    Para quem nao sabe, o surf como esporte na cidade, movimenta o turismo e a economia de forma EXPRESSIVA. Campeoes catarinenses e mundiais tais como Teco e Neco Padaratz, dentre outros, sao nativos de Balneario Camboriu. Levam o nome da cidade e do esporte a nivel mundial. DESTA FORMA, SOLICITA-SE QUE O ESTUDO LEVE EM CONTA ESTAS CONSIDERAÇOES E A IMPORTANCIA DO ESPORTE PARA A CIDADE.
    UM ATERRO DESSES DEVE SER FEITO DE FORMA A NAO COMPROMETER A FAMOSA QUALIDADE DAS ONDAS E DO SURF NESTA PRAIA!
    SOLICITA-SE A INCLUSAO DOS ESTUDOS E EXPERIENCIAS DE ENGORDAMENTO DE PRAIAS LEVADOS A CABO NA AUSTRALIA!
    Em algumas praias onde foi efetuado engordamento, foram criadas ondas extensas e com qualidade.
    É obrigaçao do poder publico encampar esta preocupacao e reivindicaçao! Um engordamento mau feito ou sem levar em conta estas consideraçoes, pode alterar e comprometer a formacao das ondas, acabando com o esporte. Por outro lado, pode melhorar ainda mais, tornando as ondas mais longas e com ótima qualidade.
    O momento é agora!
    Att. André Freyesleben
    Florianópolis/SC

    david it central diz:
    28 de julho de 2011 às 10:47
    É NÓS ANDRÉ!! EXCELENTE COMENTÁRIO CARA, TOMARA MESMO QUE O PODER PÚBLICO LEVE EM CONSIDERAÇÃO NOSSO SURF, POIS AQUI NO NORTE JÁ NÃO TEMOS TANTAS OPÇÕES E A MAIORIA SEMPRE CROWDEADO!!
    SURF FOREVER SE LIGA PREFEITURA, PERIQUITO!!!

    Cacau, (exclusivo) Olha que interessante o texto logo abaixo!
    Defendo isto desde o mandato de Vereador em 1997!
    Implantar os primeiros arrecifes artificiais para proteçao costeira – melhoria do surf –
    incremento do turismo!
    Aqui em Floripa, o engordamento da Praia da Armaçao e a construçao de um molhe
    deveriam levar em consideraçao, a possibilidade de criar um pico de excelente qualidade para
    o surfe!
    A praia dos Açores é perfeita para a construçao de uma plataforma de pesca/turismo/surf…
    criando uma melhora das condicoes de surf no local.(conhecido pelas ondas fecharem muito)
    Geralmente, ao redor das plataformas de pesca, sao criadas boas ondas para o surf….

    Olha só em Cabo Frio!:
    CABO FRIO
    Arrecifes para ajudar o turismo – 20/08

    Uma nova saida para resgatar o turismo de Cabo Frio foi apresentada na manhã de ontem, durante a palestra “Arrecifes Artificiais Móveis em Cabo Frio”, organizada pela Arrecifes Artificiais Móveis (Aram ), no Hotel Paradiso del Sol, às 1lh, na Passagem.
    Durante uma hora, engenheiros especialistas no assunto explicaram como a Praia do Forte pode ser reestruturada não apenas para diminuir os impactos das ressacas, mas, também para atrair o publico surfista à cidade.
    A palestra contou com a presenga de secretários da Prefeitura Municipal, o presidente da Associação Comercial, Industrial e Turistica de Cabo Frio (Acia), representantes de entidades como o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Associação de Arquitetos e Engenheiros da Região dos Lagos (Asaerla) e imprensa.

    O professor Paulo Cesar Colonna Rosmann, PhD em Engenharia Costeira, que fez palestra no mês passado na cidade sobre as medidas que poderiam ser tomadas na Praia do Forte, afirmou que o melhor para o local é o engordamento da faixa de areia.
    Junto com ele, o engenheiro civil, Luiz Guilherme Morales de Aguiar, explicou tecnicamente como um arrecife artificial pode ajudar na diminuição da erosão da praia.

    Os engenheiros deixaram claro que apenas o engordamento da faixa de areia não é o suficiente para manter a Praia do Forte livre de novos incidentes causados por eventuais ressacas.
    — Os surfistas são contra o engordamento das praias por que na década de 60, isso aconteceu na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro e atrapalhou nas ondas que quebravam na praia. Hoje, para Cabo Frio, o engordamento é possivel durante a recuperação paisagistica depois que as obras do muro de contenção fiquem prontas. Até porque para o banhista que andar pela orla fica mais bonito ver uma estrutura paisagistica do que pedras — comentou o professor, explicando ainda que os paredões de contenção servem para dissipar a energia das ondas tanto para cima quanto para baixo.
    — O paredão causa reflexão da onda. Com isso, a erosão torna-se maior e a zona de arrebentação vai se afastando cada vez mais, porque conforme a areia é retirada, ela vai formando bancos de areia mais e mais para trás.

    A implantação de um arrecife artificial projetaria uma sombra de energia logo após ele, ou seja, faria com que a onda chegasse com menos energia na costa. O projeto está para ser instalado na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro e, segundo o engenheiro Luiz Guilherme Morales, o Aram estudou um dos picos de onda mais perfeitos do mundo, no Haiti, onde um recife natural proporciona ondulações ótimas para poder levá-las para as demais praias do Brasil que precisam de projetos como esse.
    — Primeiro entramos com o estudo do local1 onde devemos instalar o arrecife. Observamos que tipos de ondulações costumam entrar na praia e de qual direção.
    Depois fazemos um estudo de esforço hidrodinâmico e, em seguida, o projeto básico estrutural e geotécnico – contou.

    Durante a explicação do engenheiro, ele deixou claro que os melhores tipos de onda são as tubulares e que para fazer com que essas ondas quebrem na Praia do Forte, um tipo de recife como os que existem no Havai não servem.
    – As ondas tubulares que la duram quase um minuto, aqui quebram em nove segundos. Com base nisso, fizemos estudos para achar os graus certos para que as ondas quebrem perfeitamente sobre o arrecife artificial e cheguem à beira d´água com a energia muito mais dissipada. Além disso, com a estrutura pronta e instalada, dependendo de como a ondulação entra na praia, o surfista terá vários tipos de onda. Desde para iniciantes, como para profissionais — exemplificou o engenheiro.

    Implantação custaria mais de R$ 9 milhões

    Para implantar um arrecife artificial, o custo total, junto com a manutenção, chega a custar R$ 9 milhoes. A estrutura é feita de aço e tem prazo de validade de até 30 anos com manutenção de cinco em cinco anos. O peso total do aparato chega a mil toneladas. Segundo o professor Paulo César, construir um arrecife de concreto não vale a pena por que ele se desfaz.
    — O concreto vai cedendo igual a um biscoito A estrutura de aço ela é movimentada através de balsas que se prendem a ela e a fazem boiar com injeção de ar. Com isso, ela flutua e pode ser levada para qualquer outra praia.

    Em Cabo Frio, ja fizemos o estudo e descobrimos que outras praias podem receber o mesmo arrecife que preparamos para a Praia do Forte – comentou o professor acrescentando ainda que o arrecife não atrapalha na pesca nem na navegação

    Durante a palestra, o proprietário do Museu do Surf de Cabo Frio, Telmo Moraes, mostrou-se empolgado com as ideias expostas e lembrou a todos que o surfe é um dos esportes que mais influência no turismo de outros paises.
    — Quando eu fui no programa do Jô ele chamou os surfistas de desocupados quatro vezes. Até o final da entrevista consegui desfazer essa idéia. O surtista viaja atrás da onda perfeita, com isso impulsiona o turismo da cidade, faz o dinheiro circular dentro dela. Ele se hospeda nos hotéis, come nos restaurantes e gasta nas lojas. Quem acha que a nossa classe é desocupada, está muito enganado e, para uma cidade como Cabo Frio, a implantação de uma obra como essa seria de extrema importância para alavancar o turismo — comentou Telmo Moraes.

    Ibama apóia projeto dos arrecifes

    O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), é um dos apoiadores aos planos da Aram.
    De acôrdo com o instituto, os benefícios ambientais são muitos, entre eles a atenuação dos efeitos de erosão costeira através da dissipação da energia das ondas, redução do deslocamento da praia para o mar, criação de uma zona abrigada favorável ao banhista e monitoramento ambiental morfológico, físico e biológico.

    Em nota que o Ibama enviou ao Aram sobre a implantação do arrecife na praia de Ipanema, eles afirmam que: “A estrutura deverá dissipar a energia das ondas e possibilitar a utilização para a proteção costeira em praias em processos erosivos de forma a melhorar as condições de balneabilidade em praias de tombo. Além disso, pode funcionar como habitat para peixes e outros organismos, promovendo o enriquecimento do ecossistema marinho”. Além disso, o instituto esteve junto ao órgao durante a realização de testes e constou a reprodução das caracteristicas naturais do mar de Ipanema, onde a estrutura deve ser instalada.

    El Nino influência o nivel do mar

    O E1 Nino, fenômeno climático que todo brasileiro conhece por ter deixado os verões mais quentes e os invernos mais gelados, é uma das fortes influências para as determinantes frentes frias que trazem com elas as ressacas. Segundo o professor Paulo Cesar, o intervalo de tempo para o fenômeno se manifestar é entre oito e 10 anos.
    — Este ano é a época em que ele está se manifestando novamente. Esse fenômeno deixa a água do oceano pacifico mais quente e isso influência em muitas coisas, inclusive no que acontece no nosso litoral, apesar de não ser banhado por ele — disse.
    O professor comentou sobre a direção dos ventos, que quando são de sul-sudeste, leste-sudeste e sudeste influenciam diretamente na Praia do Forte e provocam grandes ressacas, como as vistas durante os meses de abril a junho deste ano.
    – A direção dos ventos, principalmente em anos de El Nino muito forte, causam as ressacas como as que vimos que destruiu o deque da Praia do Forte. O nivel do mar também está subindo muito pouco e, não podemos esquecer que, junto com o mar, o nível das lagoas sobe junto. O que acontece em ambas é um processo de rejuvenescimento natural com a realocação da areia que vai e volta – concluiu.

    Proteja o meu endereço, o seu endereço e o endereço de seus amigos da mesma forma que estou preservando o seu.

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    Para Fecasurf
    Sugiro posicionarem-se sobre o assunto a seguir!
    abs André Freyesleben

    Assunto: Alargamento de praias em Floripa e Bal.Camboriú Surfistas querem arrecifes artificiais e demais usuários, estrutura nautica…
    Prezada jornalista,
    Vendo a matéria de hoje no DC, me lembrou comentario que fiz no blog do JSC sobre engordamento da praia de balneario camboriú
    e a possibilidade de nao prejudicar o surf, pelo contrário, aprimorar em funcao da obra.
    No caso especifico da armaçao, deveria ser levada em consideracao um estudo de estrutura turistica/pesca e surf a partir da ponta da ilha
    da armaçao (entre a armacao e a praia do matadeiro).Tipo um molhe de protecao que criasse um ponto privilegiado para o surf e ao mesmo
    tempo protecao e ponto de pesca!
    Se o cacau nao publicar, fica sugestao de matéria com consulta à Fecasurf e associaçoes de surf local sobre a minha idéia…

    veja o site: http://www.tanapraia.com.br/detalhes.aspx?CON_Id=422
    RECIFES ARTIFICIAIS PARA O SURF,UM SONHO OU UMA NECESSIDADE?
    22/07/2008
    Criar ondas perfeitas artificialmente é um sonho que há muito circula nas mentes inquietas de surfistas ao redor do mundo inteiro. No Brasil, este assunto desperta grande atenção devido ao extenso litoral e inúmeros picos de surfe, que são em sua maioria proporcionados por bancos de areia (beach breaks).
    Hoje em dia, o sonho de criar ondas perfeitas se tornou realidade graças ao estudo de um neo zelandês que tem o surfe como instrumento de trabalho. Seu nome é Kerry Black, surfista e diretor da Artificial Surf Reefs (ASR), Marine Consulting and Research, empresa responsável pela implantação dos primeiros recifes artificiais para o surfe que realmente deram certo no mundo. O Professor Kerry Black é formado em Física pela Universidade de Melborne, Austrália, obteve mestrado pela Universidade do Hawaii e Phd em ciências da terra pela Universidade de Waikato, Nova Zelândia (Fig. 1).

    andre freyesleben

    agosto 1, 2011 at 2:38 am


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