Escandiuzzi

Procuram-se boas notícias. Mas enquanto elas não surgem….

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Delicadeza

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Na tarde desta quinta-feira um idoso de 81 anos quase causou uma tragédia no centro de Florianópolis. Andou em altissíma velocidade, subiu em calçadas, arrastou carros, bateu em todo mundo que estava em sua frente e ainda engatou uma ré  para tentar fugir.

 

 

Tudo isso a metros de distância do Instituto de Educação, o maior colégio da cidade.

O motorista saiu rindo e só não foi linchado porque a PM agiu com muita rapidez para chegar o local. Em poucos minutos, viaturas já haviam controlado o trânsito e a fúria dos donos dos seis carros atingidos.

O único porém foi o guincheiro da PM, que não mostrou muita delicadeza ao dirigir.

Eu estava do outro lado e perdi “parte da ação”. Mas se repararmos no alto do vídeo é possível notar que o motorista do guincho fez a proeza de derrubar até a motocicleta da PM. Os coitados que estavam olhando o acidente então, quase morreram de susto.

Quantos pontos na carteira o policial militar perderia por essa????

 

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 4, 2011 em 10:33 am

E agora, companheiro???

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O que dizer do que ocorreu hoje no centro de Florianópolis?

Que a Polícia Militar usou de força excessiva e lembrou a época da ditadura?

Que a manifestação estava repleta de vândalos que deixaram um rastro de destruição no centro?

Nenhuma das alternativas é a correta.

A PM, ao contrário do ocorreu nos últimos quando prendeu até jornalistas, dessa vez não disparou tiros e não usou de agressividade. Só vi policiais tentando conter manifestantes mais exaltados, com os rostos encobertos e o escambau. Sem violência alguma.

Os jovens, que de outras vezes como relatei aqui, deram um show de civilidade com manifestações bem humoradas e artísiticas, desta vez perderam o rumo. Extrapolaram.

Alguns dos estudantes nesta sexta agiram como a Polícia Militar na semana passada. Do mesma maneira que nos primeiros manifestos um Guarda Municipal ordenou que eu desligasse a câmera, hoje foi a vez de um pirralho com seus 14 anos ter a mesma atitude. Para os dois, a resposta foi a mesma. Mandei a um lugar que não deve ser lá muito agradável e não convém escrever aqui.

Vão me crucificar, dizer que sou contra movimento social, que estão lutando por mim e etc… Também dizia isso. Já tava na rua quando muitos dos que estavam ali hoje não eram sequer nascidos… Já perdi e ganhei.  Mas não é isso que importa.

Importa é que lamentei muito ver aquela correria e aqueles atos de puro vandalismo praticados por alguns (veja bem, disse ALGUNS) dos manifestantes. Tem muita gente engajada e séria ali dentro. Muita mesmo. O erro é não ter uma liderança de fato, uma liderança natural. Liderança nos atos e não no discurso. Isso, infelizmente, fez muita falta.

O que vai ficar, o que vai ser noticiado pela mídia, serão os vidros quebrados de agências bancárias, a porta de uma loja estilhaçada, lixeiras e sacos espalhados pelo calçadão e muros “pixados”. Péssimo…Aí tem um que vai dizer: “Foi um P2″, foi um “infiltrado” e etc… Mas se a coisa fosse bem conduzida, não chegaria ao ponto de termos um corre-corre pelo centro.

Com 874.962 mil policiais e outras 350 mil viaturas no centro, os estudantes acharam que conseguiriam driblar a PM se dividindo ou saindo correndo pelo centro??? Pelo amor de Deus né, vamos deixar a utopia em casa.

O que era algo divertido, ficou algo perigoso.

 

Três semanas de protesto e a prefeitura sequer moveu uma palha no sentido de mostrar uma mínima chance de reduzir a tarifa. Que é um disparate, uma vergonha, um abuso isso é. Só que o problema é que os atos de alguns depredaram não só o centro. Depredaram o próprio movimento. Depois de hoje, tudo volta não à tarifa zero, mas à estaca zero.

Protesto em rua, pelo menos por enquanto, é uma coisa que perdeu o sentido depois do que ocorreu hoje. É preciso dar um tempo e, convenhamos, tem coisa que dez pessoas podem fazer melhor melhor do que 800. Um protesto inteligente é uma forma de reconquistar a população. Falta o líder dizer o que fazer…

Vamos dar o exemplo da própria PM. Depois da confusão da sexta-feira passada, dia 21, quando um jornalista foi preso, os policiais se recolheram e mal apareceram no protesto seguinte. A função coube à GM na última segunda… quem esteve lá sabe disso.

 

O que é preciso fazer é sentar, esfriar a cabeça, analisar os erros e tentar aprender com eles. O confronto, a depredação, o tumulto não ajudam em nada. Uma derrota numa batalha, como ocorreu hoje, deve ser para mudar o tom, para se auto analisar.

Dar um murro em ponta de faca acontece. Esmurrá-la o tempo todo é idiotice.

Se a PM mudou a postura e deu um banho, será que os estudantes não são capazes de fazer o mesmo?

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

maio 28, 2010 em 1:52 pm

A encenação

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Segue um VTzinho sobre a manifestação realizada no centro de Floripa na noite desta segunda….

O cara dançando na moto, pouco se importando com o trânsito interrompido pelos estudantes, é impagável…

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

maio 25, 2010 em 2:21 pm

Tapa na cara

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A Polícia Militar mal apareceu na manifestação realizada pelos estudantes nesta segunda-feira…

Vergonha do que ocorreu na sexta? Pode ser.

Deixou que a Guarda Municipal acompanhasse os garotos o que, na minha opinião, é ainda mais perigoso diante do despreparo de alguns.

A apresentação teatral diante do TICEN foi sensacional. Até jornalista “apanhou” na encenação. Não tinha um representante de sindicato de jornalistas ali, o que acho condenável.

A defesa e o repúdio ao ato da PM contra jornalistas da RBS coube, quem diria, aos estudantes.

Um tapa na cara. Uma lição.

E o protesto ocorreu na maior tranquilidade mesmo sem policiamento ostensivo, cães, cavalarias, tropa de choque e desfile de viaturas. A Mauro Ramos foi bloqueada por alguns minutos, depois o TICEN. Aí a PM apareceu e os jovens saíram. Sem confronto, sem discussão, sem exaltação…

E a prefeitura mais uma vez, sem nenhuma explicação…

Depois desta segunda-feira, que foi o ato mais tranquilo de todos, chego a uma triste conclusão: o que deixa os protestos tumultuados e tensos não são os manifestantes. É a polícia.

Ganhou o bom humor, ganhou a cidade.

Resta saber até quando os estudantes irão protestar e até quando a prefeitura irá silenciar…

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

maio 25, 2010 em 10:27 am

PM Paz e Amor???

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Fui em todas as manifestações… menos na realizada na noite desta sexta-feira… Justo ela.

Neste mesmo espaço já elogiei a Polícia Militar e condenei atos de alguns dos estudantes, já a critiquei pelo uso de pistolas de choque e pelo excesso de viaturas, soldados e até cavalaria na rua. 

Vou falar o quê sobre o episódio desta sexta-feira, quando dois jornalistas que estavam a trabalho foram presos com direito a toda truculência possível? Falar o quê?

Tinha presenciado até então a prisão de uma garota que deu “Pedala Robinho” na cabeça de um policial. Justa. E de outros jovens que teriam xingado os policiais. Não os vi fazer nada.

Mas a imagem do jornalista Felipe Pereira, de camiseta rasgada, sendo levado por PMs é uma das coisas mais absurdas que já vi.  Uma vergonha para toda a corporação.

A ironia da história é que tanto o Felipe quanto o Raphael Faraco e Flávio Neves são alguns dos jornalistas mais educados que conheço aqui em Florianópolis. O Flávio mesmo quase não fala…

A outra ironia é que até então a maioria dos policiais estava tratando de maneira cordial os profissionais de imprensa que trabalhavam cobrindo a manifestação.

Ledo engano…

A PM extrapolou mais uma vez. Nenhum oficial apareceu para se desculpar oficialmente. Nenhum político – diga-se governador Leonel Pavan, que em tese é quem manda na polícia hoje – apresentou qualquer justificativa.

De onde vem essa mania de policiais mandarem que guardemos as máquinas fotográficas ou filmadoras? Não se pode fotografar por quê? Quem disse?

Não aparece um para prender o povo que assalta e usa crack numa estação da CASAN em pleno centro, diante do Terminal Florianópolis, menos de uma quadra de distância de um posto da PM. Para gritar com jornalistas, bater em estudante, usar cachorros, cavalos, choques elétricos e proibir fechamento de ruas, aparecem 800.

Eu havia tanto elogiado quanto criticado o trabalho da PM, como disse antes, neste mesmo espaço. Disse também que os estudantes precisavam de um ato para ganhar de vez a população.

Não precisaram fazer nada. A PM com uma conduta absurda, tratou de fazer isso.

Acredito que as próprias emissoras locais tratarão o protesto de uma forma distinta agora. Eu mesmo chegarei para realizar cobertura com um outro espírito. Não estou seguro com a Polícia Militar que temos nem mesmo para executar o meu trabalho.

Lembro na quinta, do comandante Ranlow dizer a estudantes de jornalismo que era “amigo da imprensa”.  Ele estava nesta manifestação? Imagina se fosse inimigo…

O ato desta sexta só nos faz lamentar a PM que possuimos. Uma vergonha. O curioso é que reflete exatamente a postura de nossos políticos, que enfiam goela abaixo um aumento de tarifa de ônibus, não explicam nada ao povo, mudam trânsito ao bel prazer, elaboram planos diretores nas coxas fodendo com o meio ambiente, começam obras e não terminam, pagam shows de cantor cego e quem não o vê é o povo, compram árvore de LEDs que não acende. Reclamam e se dizem perseguidos quando questionados pelo povo ou pela justiça. Mas nunca aparecem para explicar, pedir desculpas ou debater. São autoridades, não podem ter ser atos criticados.

É o retrato fidedigno da PM, que abusa e não aceita ser questionada.

Em suma: quem questiona, pratica desacato. É isso que entendi?

Apesar de estar com raiva da conduta da Polícia Militar e da ausência de culhão de muitos dos políticos que temos para resolver esse impasse, recorro a uma frase famosa daquele moço barbudo, igualmente famoso. Não o barbudo de Brasília, mas aquele que morreu na cruz: “Perdoai senhor, eles não sabem o que fazem”.

 

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

maio 23, 2010 em 2:01 am

Paz e Amor

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Da outra vez critiquei o excesso de policiais militares na manifestação de estudantes que brigam contra o reajuste da tarifa.

Desta vez não haviam tantos… e ocorreram prisões.

Todas por “ofensas”, “xingamentos” e “desacato”… Não vi, realmente,  xingamento nenhum na maioria delas.

Vi uma garota que pediu para ser presa. Deu não um, mas uns vinte “Pedala Robinho” no capacete do PM… Depois ainda saiu esperneando, gritando, pedindo por socorro e chegou a dizer que a mãe ficaria braba por ser presa. Fez aquilo por quê então?? Que ser humano iria gostar de ser fotografado e filmado servindo de pandeiro sem esboçar nenhuma reação? Ela pediu. 

Em alguns momentos achei que a coisa fosse ficar feia. Foi por pouco.

Os estudantes que de outras vezes agiram na “paz e amor”, desta vez chegaram ao limite em alguns momentos. Quase fui atingido, com outros dois colegas de imprensa, por uma chuva de “bolinhas de gude”.

E antes que me critiquem: vi quem jogou. Não era “P2″…

Continuo achando a cavalaria um tremendo de um exagero. Uma provocação e intimidação desnecessárias.

Continuo achando o movimento dos estudantes ótimo e legítimo, embora hoje estivesse com menos integrantes e com algumas situações de risco. E também com provocações aqui e ali.

Vai continuar? Vai…mas precisa mudar alguns pontos. A PM se precavem com todo o aparato e provavelmente uma ponte, ou uma avenida Beira-mar nunca mais serão fechadas sem confronto.

E repito: ninguém ganha com isso.

Só acho que ações distintas, simbólicas, bem humoradas, podem chamar mais atenção do que apenas os protestos. Acorrentar-se no SETUF foi um dos atos mais interessantes do movimento até aqui.

Na porta da cada do prefeito pode ser uma boa. Uma greve de fome. A presença numa solenidade pública.

Tudo isso rende mídia e não parte para um confronto com policiais armados. Por mais que a PM estivesse totalmente “Paz e Amor” no protesto desta quinta-feira.

Os estudantes mostraram a cara, mostraram-se para o povo e disseram que não estão satisfeitos. A estratégia agora precisa mudar.

Precisam ganhar o povo. De vez…

 

 

 

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

maio 21, 2010 em 1:10 pm

Os estudantes e a PM

com 7 comentários

 

Mais de 3 mil pessoas participaram do protesto realizado por estudantes contra o reajuste da tarifa de ônibus em Floripa.

Acho que foi esse número. A PM disse que tinha 1200 pessoas, a Guarda Municipal falou em 4 mil manifestantes e os organizadores do movimento acreditam que 5 mil seguiram o protesto. Fiz uma média e por isso fica em 3 mil.

 Foi a terceira manifestação organizada por estudantes após o aumento em 7,3% no preço das passagens. Mais uma vez, os meninos gritaram e manifestaram de forma pacífica. Salvo dois ou três entreveros, um deles incluindo um fotógrafo e um integrante da Guarda Municipal completamente despreparado e descontrolado.

Muito bom o ato. As pessoas chegaram a aplaudir os estudantes das janelas dos prédios enquanto eles passavam pela avenida Hercílio Luz.

Nota dez.

O que chamou a atenção foi a Polícia Militar. Tinha uns 856 mil policiais militares acompanhando, uma cavalaria inteira e outras 600 viaturas. Falando sério: ao final da manifestação, eu contei 16 viaturas com as luzes ligadas e o escambau acompanhando os estudantes, alguns com 12 ou 13 anos de idade.

Foda é que quando eu ligo para a Polícia Militar pedindo para que um babaca abaixe o som do carro que só toca Rebolation, me informam que não existem viaturas disponíveis. Arrombaram meu carro há uns dois anos e até agora espero um PM para fazer ocorrência.

Não dá para dizer que falta efetivo ou equipamento em Florianópolis. Pelo menos na manifestação dos garotos e garotas estava todo mundo lá.. até exagerado, acho…

E por que a segurança não funciona quando precisamos dela??

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

maio 14, 2010 em 11:53 am

Floripa: Capital da Inovação ou da Esculhambação?

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Quando comecei no jornalismo, a internet ainda era algo que só se podia usar na redação entre as seis e sete horas da noite. Os releases vinham por fax, os fimes das máquinas fotográficas precisavam ser cortados e os celulares eram só para os donos de jornal.

 Fui o primeiro jornalista em Minas Gerais a usar uma câmera fotográfica digital. Era uma celebridade. E olha que a câmera, uma Sony Mavica, ainda grava a imagem em disquetes. Umas oito por disquete. Saía para trabalhar com 50 deles na cintura, parecia um cinto do Batman.

 E olha que isso não faz muito tempo. Apesar de trabalhar há 16 anos no jornalismo, tenho 33 anos.

 Com a evolução aqui e acolá, se eu não mexesse com internet e o escambau ficaria ultrapassado. E não tinha reserva de mercado para mim. Ninguém ia pagar para um jurássico permanecer numa redação.

 Por que escrevo isso numa matéria que traz uma foto dos estudantes e da manifestação contra a tarifa?

 Por que eu, os estudantes e toda a população temos que arcar com a manutenção de emprego de cobradores? Por que temos que bancar o aumento do salário dos outros?

 Se eu não evoluísse e apredensse a trabalhar com net. Iria ter reserva de emprego? O estudante de economia que não se atualiza? Teria vaga? O médico que não usa equipamentos de ponta, teria espaço?

 E o engenheiro de computação que insistisse em jogar Atari e trabalhar com um 386? Progrediria??

 Não quero ser cruel, pregar uma demissão e massa e o o escambau. Mas pergunto: empresas gigantescas recorrem à tecnologia para reduzir custos. O que o sistema de transporte público faz para reduzir seus custos e não precisar aumentar a passagem?

 NADA. ABSOLUTAMENTE NADA.

 Sou contra garantia de emprego e reserva de mercado até mesmo no serviço público.

 A prefeitura de Florianópolis está perdendo uma grande oportunidade de fazer história.

 Era hora de fazer a licitação do transporte público.

 Era hora de abrir a caixa (cada vez mais preta) do transporte.

 Era hora de agir…

 Faz a licitação, chame sindicatos, cobradores e converse. Modernizar o sistema pode não significar desemprego.

 Um programa pode preparar essas pessoas para que elas sejam trasnformadas em motoristas, em fiscais e etc…. Podem receber cursos, aprender um espanhol ou um inglês e atuarem em linhas de turismo criadas junto ao transporte público para atender os “mochileiros” que aqui estão. Sei lá, tem que sentar e conversar

 Que cobrador quer ser cobrador o resto da vida?

 Que cobrador não agarraria uma oportunidade nova, uma chance de crescer?

 As pessoas que ocupam cargo importantes em Floripa precisam deixar de ser megalomaníacas e pensar no básico. No que está diante dos seus olhos. Não sei se o deslumbramento ou a falta de inteligência acabam ofuscando a vista de alguns.

 Algum assessor, no alto de sua sabedoria, deve pensar o seguinte: “O povo é burro e não vai gerar problemas. Está mais preocupado em chegar à entrevista de emprego, à consulta do médico ou ao centro para comprar uns badulaques no Camelódromo, Vai reclamar e falar amém”.

 Será?

 Os meninos com suas latas, panelas e sanfonas na tarde desta sexta-feira mostraram que não.. Não mesmo..

 Salvem todos os que estiveram lá… Conseguiram cantando, sorrindo e gritando, que idosos e pessoas que passavam pela rua se aliassem ao protesto. Isso eu vi.

 Para encerrar, o fato é que o povão está pagando uma conta que não é dele. Não só o povo, mas o pequeno empresário, com poucos funcionários, o estudante e etc e tal….

 Aí vem a prefeitura e estampa em seu site que Floripa é a capital da inovação….

 Capital da inovação ou da esculhambação??????

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

maio 8, 2010 em 10:29 am

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