Escandiuzzi

Procuram-se boas notícias. Mas enquanto elas não surgem….

Avaí diz que Renan interessa “não só a São Paulo”

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A boa atuação do goleiro Renan na primeira partida pelas quartas-de-final da Copa do Brasil despertou o interesse de vários clubes. Apesar das propostas, o diretor de futebol do clube catarinense, Mauro Galvão, disse que irá tentar manter o atleta para a disputa do Campeonato Brasileiro.

Não foi só o São Paulo que demonstrou interesse. Ele chamou a atenção de várias equipes porque teve uma atuação fundamental em um jogo decisivo, que todo mundo estava assistindo”, afirmou, sem citar o nome dos outros intessados. “Outros clubes já se interessaram”.

De acordo com Galvão, apesar dos valores considerados “baixos” no salário e rescisão contratual, a direção do Avaí está se empenhando em renovar o contrato do goleiro. O salário do atleta é um dos mais baixos do grupo e o valor da multa rescisória é de aproximadamente R$ 5 milhões.

O ex-zagueiro ainda afirmou que a boa atuação de Renan no Morumbi serviu para trazer mais confiança ao atleta. Em alguns jogos ele chegou a ser criticado por falhar, principalmente em saídas de gol.

Renan treinou junto com o grupo na tarde nesta segunda-feira visando o confronto de volta contra o São Paulo. Ele não conversou com a imprensa sobre as possíveis propostas para deixar o Avaí.

O comando do Avaí ainda espera poder contar com o capitão Marquinhos Santos e o atacante Rafael Coelho para a partida contra o São Paulo na

A assessoria jurídica entrou com o pedido de efeito suspensivo dos dois jogadores junto ao STJD.

Santos e Coelho foram punidos com cinco jogos após a pancadaria com os jogadores do Botafogo ao final do jogo que valeu a inédita classificação do Avaí às quartas-de-final da Copa do Brasil.

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

maio 10, 2011 em 7:32 am

Tartarugas na Barra da Lagoa

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Biólogos do projeto Tamar soltaram 35 filhotes de tartarugas na praia da Barra da Lagoa, em Florianópolis, durante a manhã deste sábado.

As pequenas tartarugas, que pesavam em média dez gramas, foram colocadas na areia da praia. Dezenas de pessoas acompanharam a soltura e um cordão de isolamento chegou a ser montado  para que os animais conseguissem realizar o trajeto até o mar.

Os animais, da espécie cabeçuda, tinham apenas cinco dias de vida e foram encontrados tentando atravessar a areia da praia do Campeche na última segunda-feira.

Embora já tenham existidos relatos de desova de tartarugas nas praias de Florianópolis, o fato é considerado raro para os profissionais do projeto Tamar. De acordo com o biólogo Gustavo Stahelin, coordenador técnico do órgão, foi a primeira vez que nascimento da espécie foi acompanhado em Santa Catarina.

Não é uma área regular de reprodução, mas existem raros relatos de nascimento de tartarugas neste trecho da costa brasileira”, disse. “Foi a primeira vez que o Tamar acompanhou nascimento de tartarugas da espécie cabeçuda no estado”.

Os biólogos chegaram à praia do Campeche na segunda-feira assim que foram informados que várias tartarugas tentavam atravessar a faixa de areia. No total, segundo Stahelin, nasceram 93 filhotes e a grande maioria conseguiu chegar ao mar ainda no início da semana. As que foram recolhidas dificilmente sobreviveriam aos primeiros dias de vida.

Essas que foram resgatadas estavam dentro da terra e possivelmente iriam morrer ainda na praia”, disse. “Cuidamos delas nesses dias e fizemos a soltura para garantir que todas chegassem ao mar”.

A tartaruga da espécie cabeçuda é a que ocorre com maior frequência no litoral brasileiro. Ela pode viver até 80 anos e quando adulta chega a pesar 150 quilos.

A unidade do Tamar em Florianópolis está localizada na praia da Barra da Lagoa, a cerca de 25 quilômetros da região central. O grupo trabalha com conscientização ambiental de pescadores e visitantes e mantém cinco tanques de observação com tartarugas adultas de espécies que habitualmente desovam na costa do Brasil.

Vale a pena dar uma conferida na sede do projeto.

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 13, 2011 em 6:39 am

Grand Finale

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Ben Harper e Vanessa da Mata bastante assanhadinhos um com o outro…
Belíssimo encerramento.

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 8, 2011 em 12:41 am

Pressão

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O som não tá lá essas coisas no começo, depois melhora… Tava muito próximo e “distorceu” pacas..

Mas segue a antológica Under Pressure, do Queen, cantada pelo Ben Harper…

 

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 8, 2011 em 12:11 am

Publicado em Brasil, Santa Catarina

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Ben Harper em Floripa. Segundo Ato

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Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 7, 2011 em 10:47 am

Harper, Donavon e Floripa

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Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 7, 2011 em 12:26 am

Amostra grátis

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Para quem não foi e quer ver: Harper e Frankenreiter mandaram ver na Diamonds on the inside na praia lotada em Floripa.

 

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 7, 2011 em 12:11 am

Após o Harper, o Berger

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É bom deixar claro, antes de mais nada, que eu escrevi várias vezes que estava torcendo para queimar minha língua.

E que bom que eu a torrei.

Eu não tinha nenhuma dúvida que o show, as apresentações, seriam ótimas. E foram mais do que isso.

A organização do evento funcionou direitinho lá dentro, tirando uma ou outra dificuldade dos seguranças e de parte da produção em passar informações corretas. Não consigo entender porque alguns que trabalham em segurança são tão grossos, mas é bom relevar diante da quantidade de gente que estava lá.

A imensidão de pessoas na praia do Campeche foi algo que eu nunca havia visto. Hoje pela manhã, a rapaziada da COMCAP limpou tudo rapidinho. O cercado para a área de preservação está de pé. Isso apesar do local ter sido farta e largamente usado pelo pessoal que estava na praia para dar aquela “turbinada ilícita”.

O espaço de preservação também virou banheiro público das pessoas que não conseguiram entradas e acompanharam tudo na praia.

Uma falha, é preciso banheiros na praia, ainda mais sabendo a quantidade absurda de pessoas que foram ao evento.

 

 

O show realmente foi único.

A japonesinha Sabrina Sato e o orelhudo do Carioca tratavam a todo instante de pedir cuidado com o meio ambiente ao pessoal que estava no show.

Dentro, mil maravilhas. O problema realmente ela lá fora, mas foi bem menor do que o pessoal temia.

Mas se engana quem pensa que tudo correria tão bem não fosse a pressão local contra a organização. O fato de dois shows terem sido marcados “aliviou a tensão”. Muito mais gente seguiria para o Campeche caso fosse apenas uma apresentação.

Se não houvesse cobranças e acompanhamento por parte dos moradores e de parte da imprensa, teríamos sim, um estrago maior. Menos seguranças, menos organização e claro, menos um show. Percebi que boa parte da equipe de produção se dedicou muito para tentar fazer algo com o menor impacto possível.

Não sei como foi o trânsito, que deve ter sido diluído ao longo do dia…

Posso dizer como foi para quem mora no Campeche, teve  impacto sim. Mobilidade restrita, movimento exagerado, onde podia-se andar estava engarrafado…

 

Por fim, acho que a mobilização e a polêmica em torno desta questão foram muito importantes.

Florianópolis precisa debater seu futuro com seriedade, não com as coisas feitas nas coxas como há muito tempo vem sendo feito.

Construções no bairro, que brotam da terra de um dia para o outro para depois serem autorizadas pelo poder público, precisam ser contidas ou melhor analisadas.

Aquele Plano Diretor medíocre encomendado junto a uma empresa da Argentina precisa ser finalizado, discutido.  A comunidade, e isso em qualquer bairro, não pode ter que engolir certas coisas goela abaixo como fazem.

O show do Ben Harper e de Donavon Frankenreiter, em especial, foram sensacionais. Ali dentro do espaço, tudo ocorreu muito bem e queimei a minha língua, graças a Deus….

Só esperamos mais seriedade por parte de organizadores de eventos ANTES de anunciar seus espetáculos.

Da prefeitura principalmente, esse evento foi positivo: chegou uma chance de ouro que as autoridades não podem ser cretinas de desperdiçar. Após toda a polêmica, é momento de chamar a comunidade e definir o que pode, o que não pode, o que talvez possa e o que não deve ser feito de jeito nenhum.

Pessoal precisa estar junto e não ficar nessa lenga de discussão “haole” ou “nativo”, como ainda fazem questão de pregar alguns com o QI prejudicado pela falta de neurônios.

O pessoal que vive em Floripa não deve esquecer de toda a polêmica só porque no palco, os cantores fizeram o que mais sabem fazer: Dar um belo show.

Espero que a questão não pare por aqui. Após o Harper, é hora de cobrar o plano diretor decente do Berger.

 

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 7, 2011 em 12:06 am

Ben Harper: um é muito, dois é bom….

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Segue trecho em vídeo de reunião do vice prefeito João Batista Nunes com os moradores do Campeche, sobre a questão do já polêmico show do Ben Harper no bairro.

O depoimento dele é sensacional: menos de doze horas antes da decisão, ele é categórico ao dizer que haveria um show no bairro e outro no norte da ilha. A promessa durou poucas horas.

Acho até que a questão de se fazer dois shows pode significar um alívio aos moradores do bairro no sábado. O apelo do músico em apenas uma apresentação significaria sim, uma grande bagunça. Neste caso, um é pouco e dois é bom…

Mas tudo que relaciona ao vice prefeito, confesso que me assusta. Embora seja boa pessoa, não demostra os conhecimentos que acha possuir, principalmente na questão de infra estrutura e trânsito.

Basta ver a lambança feita na “humanização” da avenida Paulo Fontes. Além de ferrar com o meio campo de quem mora na região sul da cidade, o “projeto” assusta pela feiúra. Aqueles vasos medonhos de tão horríveis no meio da via não fazem jus às belezas de nossa cidade. Aquilo para mim é a coisa mais feia, porca e mal feita de Floripa.

Até em cemitério os vasos são mais bonitos.

Por isso, continuo com receio e torcendo para queimar minha língua. Pelo retrospecto, o que é planejado pelo vice prefeito não desce muito redondo…..

Esse vídeo mostra que nossas autoridades mudam de opinião com uma “volatidade” surpreendente….

A alternativa de dois shows pode significar uma melhora no fluxo de visitantes… Mas por que dizem uma coisa e logo depois anunciam outras??

 

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 5, 2011 em 5:02 am

Delicadeza

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Na tarde desta quinta-feira um idoso de 81 anos quase causou uma tragédia no centro de Florianópolis. Andou em altissíma velocidade, subiu em calçadas, arrastou carros, bateu em todo mundo que estava em sua frente e ainda engatou uma ré  para tentar fugir.

 

 

Tudo isso a metros de distância do Instituto de Educação, o maior colégio da cidade.

O motorista saiu rindo e só não foi linchado porque a PM agiu com muita rapidez para chegar o local. Em poucos minutos, viaturas já haviam controlado o trânsito e a fúria dos donos dos seis carros atingidos.

O único porém foi o guincheiro da PM, que não mostrou muita delicadeza ao dirigir.

Eu estava do outro lado e perdi “parte da ação”. Mas se repararmos no alto do vídeo é possível notar que o motorista do guincho fez a proeza de derrubar até a motocicleta da PM. Os coitados que estavam olhando o acidente então, quase morreram de susto.

Quantos pontos na carteira o policial militar perderia por essa????

 

Escrito por Fabrício Escandiuzzi

fevereiro 4, 2011 em 10:33 am

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